Textos sobre: memórias

Memórias, causos e ensaios. Escolhe um e vai no passo.

Capa do post A Saga dos Cacaieiros
memórias Rondônia

A Saga dos Cacaieiros

Saco nas costas, espingarda a tiracolo e foice na mão: o retrato vivo do pioneiro de Rondônia.

Dois homens em uma carreta puxada por burros numa estrada de terra, gravura em preto e branco estilo jornal.
memórias Rio Grande do Sul

A Primeira Carreteada

Era primavera, já quase de verão. Um piá na boleia, um vaqueano de guia, e uma barrica de boa canha. O perigo não tem endereço — ronda por aí, andejo e…

Mesa longa de banquete sob o arvoredo, após a festa.
memórias Rio Grande do Sul

Festa de Casamento

27 de janeiro de 1966. A melhor novilha, espetos de camboatá, vinho no barril e convidados que guardavam rancores entre si. O pai do noivo tinha a paciência…

Rua empoeirada de cidade do interior de Rondônia nos anos 80, com alto-falante no poste e restaurante popular.
memórias Rolim de Moura

Nego Inglês

Um pistoleiro misterioso, um restaurante popular e uma tarde em que o advogado virou motorista — e saiu a pé no sol de torrar castanha.

Cadáver sobre mesa rústica com dois homens contemplando, gravura em preto e branco estilo jornal.
memórias Rolim de Moura

O Embalsamento

Como um advogado do interior de Rondônia virou ajudante de embalsamamento — com jornal do Figueiredo no lugar das vísceras e brilhantina no lugar da mirra.

O gaudério Franquelim da Silva Portela — homem do pala cinza e da mula baia.
causos Pato Branco

Causos do Vovô Franquelim

Cinco causos do gaudério Franquelim da Silva Portela — o homem do pala cinza, da mula baia e das histórias que não tinham fim.

O tordilho que comeu abóboras — o cavalo Javali e o causo do gaudério de Soledade.
memórias Paraná

Cavalo Javali

O causo do tordilho que comeu abóboras — 36 quilos numa noite, duzentos na outra — e do gaudério de Soledade que quase contou o resto da história, não fosse…

Estrada de terra na Amazônia — o caminho pra Cacoal.
memórias Rolim de Moura

Por ali fui e por aqui estou

Com 31 anos e uma mala, parti de Curitiba rumo à Amazônia. O ônibus não chegava, o avião era da guerra e o cacique decidia se a gente passava ou não.

Escritório simples em Cacoal — o começo de tudo.
memórias Rolim de Moura

Na Luta

Os primeiros meses em Cacoal: o escritório do Dr. Rufino, o contratinho que garantiu o almoço, o quartinho nos fundos e a mudança para Rolim de Moura.

O salão do primeiro Tribunal do Júri de Rolim de Moura.
memórias Rolim de Moura

O Primeiro Júri

Um barracão de pau-a-pique virou tribunal. O juiz era novo, o promotor era novo, o advogado era novo — e o réu também. Todos primários.

Rio Guaporé ao entardecer — a alma de Rondônia.
história Rolim de Moura

Rondônia de Verdade

Dos rios Guaporé e Madeira ao Marechal Rondon, dos seringueiros aos pioneiros — um manifesto de quem viveu e amou essa terra.

Natal rústico no campo.
memórias Brasil

A Final é Natal

Do cachorrinho de porcelana ao Papai Noel no drone — uma viagem da infância ao Natalis Invicti Solis, passando pelas Saturnálias, São Nicolau e Assis Valente…

Caminhão antigo carregado de móveis e utensílios, estrada de terra.
memórias Pato Branco

O Caminhãozinho de Mudança

Das brincadeiras em italiano no vale gaúcho à fronteira de Rondônia, passando pelo fandango, pela bodega do papai e pelo coração que parou para ouvir o sabiá…

Homem idoso lendo livro antigo, mapas e fotografias de garimpo espalhados pela mesa
memórias Rondônia

Pinceladas de História

Um livro chegou pelo correio — Território Dourado, de Montezuma Cruz — e abriu espaço para refletir sobre os que escreveram e os que ainda precisam ser…

Pintura de um cacho de bananas maduras em uma fruteira de madeira em uma varanda tropical.
memórias Curitiba

A Sabedoria da Chiquita Banana

Uma lição de vida inspirada na Chiquita Banana: por que amadurecer fora da geladeira torna a existência mais doce e autêntica.

Pioneiros abrindo caminho na floresta amazônica, construindo Rondônia nos anos 1970
memórias Rondônia

E Assim Fizemos

Um manifesto sobre a ocupação e a construção de Rondônia.

Interior de um antigo armazém de secos e molhados, com balcão de madeira, prateleiras cheias de produtos e luz natural entrando por uma janela.
memórias Paraná

Secos e Molhados

De Barão de Cotegipe a Pato Branco: a saga de uma família gaúcha que cruzou o Rio Uruguai num Chevrolet 51 rumo ao Paraná, em 1957.