A Saga dos Cacaieiros
Saco nas costas, espingarda a tiracolo e foice na mão: o retrato vivo do pioneiro de Rondônia.
Memórias, causos e ensaios. Escolhe um e vai no passo.
Saco nas costas, espingarda a tiracolo e foice na mão: o retrato vivo do pioneiro de Rondônia.
Da nobreza colonial jogando fezes pela janela aos palácios sem janelas de hoje — o povo continua enfezado.
Do meu jeito de contar: fronteiras, cossacos, vodka, CTU e a guerra que continua até hoje.
Uma banana com garfo e faca, talheres de prata e porcelana fina — o direito inalienável de comer o que bem lhe prover.
Um paraguaio, um ônibus para Curitiba e uma única certeza: passa por Guarapuava. O motorista chegou ao limite — e a confusão virou história.
Um gaúcho recém-formado chega em Rondônia em 1978 e encontra na tia uma sábia lição: o político é igualzinho a um pé de jaca. Casca grossa, bagos melequentos…
Como um advogado do interior de Rondônia virou ajudante de embalsamamento — com jornal do Figueiredo no lugar das vísceras e brilhantina no lugar da mirra.
Um pistoleiro misterioso, um restaurante popular e uma tarde em que o advogado virou motorista — e saiu a pé no sol de torrar castanha.
27 de janeiro de 1966. A melhor novilha, espetos de camboatá, vinho no barril e convidados que guardavam rancores entre si. O pai do noivo tinha a paciência…
A história da primeira eleição da OAB seccional de Rondônia — um voo de asa dura, um almoço de tambaqui e uma traição registrada em guardanapo de papel.